Luta contra o tempo
Terça, 3 de fevereiro de 2009.
Já se passaram muitos dias do ano de dois mil e nove. De fato, coisas que eu definitivamente não esperava aconteceram. O mundo está diferente. As pessoas estão diferentes, agindo de uma forma diferente.
Não sei se as mudanças que ocorreram são boas ou ruins. Mas a inércia nos impede de aceitar os fatos logo que eles vêm. Queremos manter o status quo.
Somos todos resistentes, pois estamos sempre nos opondo aos novos fatos. Por isso devemos estar abertos à agir gradualmente, mudar nossa mentalidade e a dos que estão ao nosso redor de que podemos fazer mudanças graduais; mudanças graduais não causam grandes impactos tais como os que notamos constantemente.
Presidentes tomaram posse, catástrofes naturais ocorreram em lugares não esperados, empregos foram ceifados, outros foram ofertados, muitos foram recusados, empresas faliram, novas nasceram, jovens estão prestes a luz a novos seres, e tudo ocorreu num ano que passou à galope. Este não parece ser diferente.
Precisamos aprender a lidar com a aparente velocidade que passamos nossos dias. Estamos cada dia mais próximos da morte. Para alguns, um alívio temporário ; para outros, apenas um sono eterno. Vamos nos esforçar e mudar a cena do mundo. Aprender a fazer coisas que não prejudiquem outros ou a nós mesmos. Pensar coisas sadias. Ser menos soberbos. Ser mais humildes.
Pessoalmente, eu acredito que uma forma de aproveitar o tempo de forma útil, é estabelecendo metas com prazos. No meu caso, pretendo visitar a maior parte de minha família, para mantermos o contato que é inevitavelmente perdido pela nossa falta de capacidade em administrar nossas 24 horas diárias. Na minha opinião, a família é uma entidade que merece atenção, embora eu mesmo não tenha atentado à minha própria opinião nestes últimos tempos.
Então para ser menos hipócrita, eu vou tentar fazer todas as coisas que estou suposto a fazer.
Se alguém tiver algum comentário a fazer, me envie um e-mail, e eu publicarei no site, enquanto ainda não tenho um fórum operacional.
Abraços a todos,
Clayton.